
"O conceito de gestão participativa e integrada envolve todo o pólo receptivo"
O século 21 busca a sustentabilidade participativa. Vontade política. Organização. Conscientização. Educação. Profissionalização. Legislação fomentadora e norteadora. Crédito cooperativado, com a análise exaustiva de potencialidades, vocações, reciclagem, tecnologia, experimentos científicos, negócios, visando a eficiência econômica, o equilíbrio ambiental e a justiça social.
O conceito de gestão participativa e integrada, começa nos municípios com: economia rural sustentável; desenvolvimento urbano sustentável; ciência e tecnologia para o desenvolvimento sustentável; em sustentabilidade nos projetos de infraestrutura econômica e social; passando pela gestão profissional dos recursos naturais, históricos, arquitetônicos, paisagísticos e desaguando na redução das desigualdades sociais, culturais e educacionais. O meio ambiente é a matéria-prima do Turismo, sendo a alavanca econômica que utiliza a mão de obra local, criatividade, cultura, aspectos diferenciais e motivacionais, atraindo fluxos e entrada de divisas com ampla redistribuição de renda, através de amplos roteiros. Sem exaurir tipos de negócios, relaciono áreas de atuação: turismo receptivo: hospedagem, gastronomia, eventos, animação, locação de veículos, transportes diversos, compras, passeios, roteiros, serviços (cabeleireiro, manicure, pedicure), e outros; turismo de negócios: feiras, congresso, visitas técnicas, missões comerciais, simpósios, entre outros; turismo cultural: teatro, cinema, galeria, folclore, artesanato, numismática, heráldica, filatelia, poesia, circo, artes plásticas, carnaval, literatura, arquitetura, ciência, tecnologia, biblioteca, pinacoteca, aquário, botânica, horto, zoológicos, centro de documentação, instituto histórico/geográfico/geológico, ópera, dança, etc.; turismo esportivo: mais de 50 modalidades conhecidas (terra, ar, água) gerando eventos, negócios, fluxos, atletas, entidades, patrocinadores, prestadores de serviços, fabricantes, atacadistas, fornecedores, mídias, por exemplo; turismo religioso: romaria, caminhadas de fé, conventos, seminários, retiros, arte sacra, música, corais, igrejas, souvenires, livros, e mais; turismo termal: spa, talassoterapia, creno climatologia, hidrotermalismo, terapias alternativas, entre outras experiências; turismo rural: hospedagem, comida típica (geleia, compota, vinho, cachaça, mel, embutidos, queijos, etc.), locações diversas (charretes, cavalos, pedalinho, etc.), eventos, educação ambiental, psicultura, fruticultura, floricultura, ranicultura, aquicultura, condomínio, criação de animais de pequeno porte/silvestres, farmacologia (ervas, raízes, folhas, cosméticos) e outros; turismo ecológico: estação ecológica, reserva biológica, parque nacional, monumento natural, refúgio de vida silvestre, área de proteção ambiental, área relevante de interesse ecológico, floresta nacional, reserva extrativista, reserva de fauna, reserva de desenvolvimento sustentável, reserva particular natural, caminhadas, trilhas, espeleologia, arqueologia, hidrologia, geologia, topografia, safári fotográfico, observação de aves, baleias, hotel de selva, acampamentos, pesqueiros, eventos, pesquisa, e muitas outras possibilidades.
Na esteira agregadora, traz consigo as áreas de comunicação, marketing, propaganda, relações públicas, fotografia, informática, gráfica, automotivo, comércio em geral, construção civil... É a galinha dos ovos de ouro, basta cuidar.
Otávio Demasi (odtur@ig.com.br) é jornalista (Mtb 32548) e consultor de Turismo atuando há 40 anos como prestador de serviços.
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